Em 2 encontros ao vivo, você aprende a avaliar TDAH e a traduzir tudo em dados — escores, gráficos e tabelas que revelam as reais habilidades e dificuldades da criança.
Chega de relatório de impressões. Você vai montar um relatório científico para a devolutiva ao médico — o tipo que gera indicações.
Muitas profissionais intervêm em clínica ou no AEE sem avaliar. O laudo diz o que a criança tem — não o que ela consegue ou não fazer, os limites, onde estão as dificuldades e por onde começar a intervenção. Isso, quem mostra é a avaliação do neurodesenvolvimento.
Você aplica atividades e observa o comportamento de forma qualitativa, no 'eu acho'.
Ele diz que é TDAH, mas não aponta as habilidades e dificuldades para planejar a intervenção.
A maior insegurança: escolher o protocolo certo para cada caso.
6 meses depois, entrega um relatório qualitativo para a família levar ao médico. Isso não gera indicações...
Você não precisa ser psicóloga: existem protocolos de uso não restrito que pedagogas, psicopedagogas e neuropsicopedagogas podem e devem usar. A avaliação dá o mapa da criança, define prioridades, plano e metas — e a reavaliação prova o seu resultado.
Quem não avalia… improvisa. E improviso pode prejudicar o paciente.
Você é mais do que 'a tia do reforço': é uma profissional de base científica — só precisa de treinamento. A avaliação traduz os dados em escores, gráficos e tabelas, enquadra o quadro no DSM-5-TR e vira um relatório para a devolutiva ao médico. Isso é ciência, não achismo.
Da suspeita à devolutiva: eu te entrego a lista dos protocolos que eu e minhas alunas usamos para avaliar TDAH, e alguns deles você será capacitada a aplicar, corrigir, interpretar os resultados e montar o relatório que o médico reconhece.
Os testes liberados para Neuropsicopedagogas e Psicopedagogas aplicarem em avaliação clínica ou institucional de TDAH.
Ler escores, gráficos e tabelas que comprovam o enquadramento no DSM-5-TR — sair do 'eu acho' para o dado.
Um relatório científico que fala a linguagem do médico — e que te rende indicações depois.
Você recebe a escala SNAP-IV (Pais + Professores) e a escala CONNERS (Pais + Professores).
Quando o lote virar, o valor sobe.
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Sim. O foco é te dar a lista de protocolos que o método usa para avaliar TDAH, e ainda fornecer 4 protocolos e te capacitar a aplicar eles e interpretar os resultados.
Para pedagogas, psicopedagogas, neuropsicopedagogas, inclusive professoras, orientadoras, coordenadoras, profissionais de AEE e diretoras que querem sair da escola e atuar em clínica, existem protocolos de uso não restrito que essas profissionais podem e devem usar para avaliar TDAH.
O foco é a experiência ao vivo. O replay ficará disponível por uma semana.
Não precisa ser especialista, nem já atender em clínica. Precisa querer avaliar com método e deixar o achismo de lado.
Garanta seu ingresso e dê o passo para viver da avaliação com propósito: transformar vidas com ciência — do primeiro teste ao relatório que o médico reconhece.
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