Essa demanda já está chegando até seu consultório pela mãe ou pelo pai dos seus pacientes e você está perdendo essa oportunidade.
Você já escutou alguma dessas frases?
“Nossa… eu fazia exatamente isso quando era criança.”
“Isso eu faço até hoje.”
“E no adulto… você também avalia?”
Uma imersão prática para compreender como estruturar a investigação do Autismo na vida adulta, integrar história clínica, critérios diagnósticos e instrumentos e organizar uma avaliação 100% online, realizada por videochamada com o adulto — com atenção especial aos casos que podem passar anos despercebidos.

É uma cena simples de consultório — e justamente por isso ela pode passar despercebida. A diferença é que, no adulto, você pode estruturar grande parte desse processo sem depender da presença física.
“Eu fazia isso quando era criança.”
“Na verdade… faço isso até hoje.”
“Você também avalia adultos?”
Às vezes ele chega como pai. Como mãe. Como familiar de uma criança que você já está avaliando. E pode continuar a investigação com você mesmo morando em outra cidade ou estado.
A avaliação na vida adulta exige reconstrução da história do desenvolvimento e análise do funcionamento atual.
Estratégias compensatórias e camuflagem podem tornar algumas apresentações menos evidentes.
Instrumentos são parte da investigação. Não substituem integração clínica e critérios diagnósticos.
O adulto se reconhecer nas características da criança é uma pista possível — não uma conclusão diagnóstica.
Na vida adulta, você precisa olhar para infância, adolescência, relações sociais, comunicação, padrões de comportamento, funcionamento ocupacional, estratégias de adaptação e prejuízos — integrando essas informações aos critérios diagnósticos e aos instrumentos adequados. Entrevistas, história clínica, informantes e recursos compatíveis com a modalidade remota permitem organizar esse processo de forma 100% online.
É aprender a investigar uma história de neurodesenvolvimento que pode ter passado anos sem ser compreendida e saber quais etapas, fontes e instrumentos fazem sentido no formato remoto.


Na avaliação do TEA em adultos, especialmente em mulheres, a apresentação pode não corresponder ao estereótipo que muita gente aprendeu a reconhecer. Por isso, história clínica, desenvolvimento, estratégias compensatórias, critérios diagnósticos e múltiplas fontes de informação precisam conversar entre si — inclusive quando o processo é conduzido de forma 100% online.
Você não vai sair apenas com uma lista de escalas. Vai entender o que precisa ser investigado, como organizar o processo remoto e como as informações entram no raciocínio avaliativo.
Como características do neurodesenvolvimento podem ser reconstruídas e investigadas depois dos 18 anos.
O que buscar na infância, adolescência e trajetória do adulto.
Como organizar a investigação à luz do DSM-5-TR sem transformar critérios em checklist final.
Como integrar entrevista, história clínica, informantes, observação e instrumentos.
Um olhar para apresentações menos óbvias, camuflagem e estratégias compensatórias.
Como estruturar entrevista, história clínica, informantes, instrumentos compatíveis e integração dos dados em um processo remoto.
Especialmente para quem já atende crianças e adolescentes e começou a perceber que as histórias dos pais também levantam perguntas — e que o adulto pode continuar esse processo com você mesmo morando longe.
Que querem compreender a lógica da investigação do TEA na vida adulta dentro dos limites de sua atuação profissional.
Que trabalham com neurodesenvolvimento e desejam aprofundar esse raciocínio conforme suas habilitações profissionais.
“Você também avalia adultos?”
Dia 30 de setembro, vamos começar pelo TEA — e mostrar como essa investigação muda quando o paciente já chegou à vida adulta, inclusive quando o processo é estruturado para acontecer 100% online.
O 1º lote começa em R$49,90. Quando o lote virar, o valor sobe. E você começa a aprender uma forma de atuação que pode alcançar adultos de qualquer lugar.